grupo, ok a hipotese, mas não digam na introdução a conclusão. isso só deve ser apresentado após as entrevistas, análises etc. ok mercia

Grupo, Léo aqui. Leiam e usem a parte de discussão para dar sugestões. Lembrem-se de usar a proposta como base do texto.
Bruno e Abreu, terminem o desenvolvimento e a conclusão, arrumem erros de digitaçao e fiquem sempre de olho na proposta. Bruno, coloque suas fotos com legendas explicativas. Fischer.
Grupo, é o Abreu aqui, eu arrumei bastante palavras que estavam escritas incorretamente, e complementei algumas idéias. Acho que ainda podemos aprimorar o texto, preencher com mais idéias o desenvolvimento e aprimorar a conclusão. Acho que seria melhor se ficassemos no colégio amanhã, quinta feira para discutirmos o que ainda falta, nem que seja pouco. Postem abaixo para responder quem pode se reunir e quem não pode. DEIXEM PARA MIM INSERIR AS FOTOS.
Abreu e grupo, aqui é o Sayão, eu poderei ficar no colégio amanhã para a nossa discussão e agora irei complementar o que você, Fischer, propôs como minha tarefa: terminar o desenvolvimento e a conclusão do nosso texto. Abreu, escreva abaixo qual será a sua parte no texto.
A gente vai ter que colocar os questionários no trabalho? Grupo inteiro, por favor revisem o relatório inteiro e vejam também a minha descrição do
Movimento de Trabalhadores sem Terra. Léo.
Acabei de acrescentar o perfil dos entrevistados. Continue escrevendo Abreu. Fischer

A modernização das atividades agrícolas é importante para o Brasil?


INTRODUÇÃO
IMG_0560.jpg Imagem do Assentamento.

Após as aulas de geografia onde estudamos sobre a urbanização, recentemente começamos a discutir sobre a Estrutura Fundiária Brasileira, ou seja, como é feita a distribuição das terras no Brasil e quais as consequências que esta política de assentamento trazem para a sociedade como um todo, na medida em que estão envolvidas desapropriações de terras privadas qualificadas como improdutivas. Iremos nos aprofundar nas consequências desta política agrária, quais os benefícios à sociedade brasileira e também seus aspectos negativos referentes a dificuldade de aceitação por alguns segmentos da sociedade que se opõem à essa redistribuição. Estaremos também abordando a modernização das atividades agrícolas que se torna um fator imprescindível para o futuro da política agrícola do país.
O Brasil atualmente tem um PIB (Produto Interno Bruto) entre os 15 melhores países do mundo, no entanto, se dividirmos o total pela população os dados não são muito favoráveis. Grupo, já que vocês tocaram no PIB brasileiro, seria interessante informar ao leitor o que o grupo quer dizer com isto, principalmente, mostrar a relação com o tema do grupo. percebem? caso contrário, é um dado que se excluído não faria falta ao contexto do trabalho.
O problema da falta de terra faz com que o homem vá para a cidade, na maioria das vezes com trabalho informal, interferindo na urbanidade e no processo de urbanização.
Na última quarta-feira,dia 17/09, viajamos para um assentamento localizado na região de Sumaré/SP a 115km de São Paulo. Sua área equivale a 203 hectares (1 hectare = 10.000m2 ) ocupado por 29 famílias. Após essa ida ao assentamento, fomos à fazenda Santa Eliza, que tem 990 hectares, e é considerada pelas suas proporções, um latifúndio(1-100 pequena / minifúndio ~ 101-999 média ~ 1000+ latifúndio).
O assentamento, por apresentar grandes dificuldades de gerenciar e vender sua colheita com bons rendimentos, sofreu um processo lento de urbanização, pois a dificuldade financeira acaba fazendo com que os trabalhadores desta terra não consigam viver do trabalho no campo, fazendo com que muitas famílias desistam de viver neste local.
grupo, não dá para vocês afirmarem isto, pois não há elementos que permitam tal conclusão. A frase também está confusa, pois não dá para entender se o modo de vida no assentamento torna-se urbano, ou se os moradores do assentamento é que estão deixando o campo para viverem na cidade.
Já a Fazenda Santa Eliza apresenta condições de trabalho e desenvolvimento significativamente melhores, propiciando uma condição melhor de vida (exceto para os trabalhadores, que apesar das máquinas, é bem desgastante). É um latifúndio muito bem aparelhado com máquinas e implementos agrícolas modernos e técnicas de plantios de última geração, sendo assim são terras altamente lucrativas, gerando ótimos resultados financeiros para seu proprietário.
grupo, é a mesma coisa. que dados vocês tem para poderem afirmar isso? Será que o assentado também não teve uma melhora na sua vida? grupo,uma coisa é opinião, algo que a gente precisa tomar cuidado, pois nossas opiniões estão repletas de equívocos, por isso é que vocês tem um questionário, textos e disucssões para que isso não ocorra. grupo, outra coisa, que critérios vocês utilizaram para realizar as análises? o grupo deveria deixar claro que separação de analise será feita, pois veja que o perfil do entrevistado pouco influenciou na ana´lise realizada pelo grupo. Talvez, o problema tenha começado nas elaboração das perguntas. Tenho certeza de que se vocês lessem as perguntas, talvez parte delas seria modificada...dando lugar a perguntas que permitissem análises.

C




DESENVOLVIMENTO

Através das entrevistas realizadas, descobrimos e confirmamos algumas hipóteses, como : o porquê as pessoas que moram no assentamento, saíram de suas cidades e quais as transformações ocorridas de quinze anos para cá, e perguntas direcionadas a produção de alimentos e o combate às pragas. Primeiramente, o grupo todo concluiu, que as pessoas sairam do campo para a cidade por dois simples motivos: o desemprego e a fome, que fizeram com que as famílias buscassem abrigo e emprego no Assentamento. Onde fomos ( assentamento um ) a renda familiar depende predominantemente do cultivo da banana. As bananas depois de colhidas são colocadas na máquina de amadurecimento que usa um fertilizante, chamado Etil que vem da Cooperativa de Holambra. Este produto amadurece essas bananas num tempo menor e assim com essa agilidade no tempo, essas famílias conseguem comercializar esta colheita com um tempo menor e é o único sustento das vinte e nove famílias do assentamento. ogrupo, que perguntas foram realizadas para deduzir que o sustento vem unica e exclusivamente das bananas? será que não tem membros da família trabalhando na área urbana? de onde também vem o sustento? será que eles não plantam verduras e vendem para a prefeitura de guarulhos ou nas feiras locais de sumaré????? o grupo entra em contradição quando linhas acima diz "predominantemente da banana e depois diz é o único sustento".......
Descobrimos que a mecanização do campo trouxe mudanças no assentamento, segundo o relato dos entrevistados, as máquinas substituíram o trabalho do homem no campo, acarretando o desemprego.
Nos foi relatado que os agricultores do assentamento estão cultivando algumas espécies de plantas medicinais para consumo próprio, como medida de economia para tratar das doenças que ocorrem no assentamento.
Outra informação que conseguimos através da entrevista com o senhor Calixto é que os agricultores deste assentamento são contra o cultivo de sementes trangênicas: "Prefirimos alimentos puros!".
Essa posição contrária ao cultivo de sementes transgênicas também é encontrada em outros agricultores como mostra o vídeo número 2.
PT.jpgImagem de uma Colheitadeira.

Existe um movimento constante de novas famílias chegando à procura de um pedaço de terra para poder cultivar e sobreviver e apesar das dificuldades existentes, estas são sempre acolhidas pelo grupo.
O senhor Calixto defende o MST como um movimento legítimo que tem por objetivo a conquista da terra através das desapropriações e distribuição às famílias de trabalhadores sem terra e se preocupa com a imagem deturpada do movimento, transmitida através dos meios de comunicação (principalmente a Rede Globo) que coloca a população brasileira contra o MST, como se este só se utilizasse da força e dos saques para conquistar terras. As pessoas que entrevistamos no assentamento têm baixa escolaridade, sendo a maior graduação, o ensino fundamental 2. Os entrevistados têm de 35 a 50 anos de idade e o tempo dedicado ao trabalho na lavoura é de oito horas ao dia.
Um fator importante que contribuiu para a formação de grandes latifúndios no Brasil, foi o regime de Capitanias Hereditárias. Nesse perído, o Brasil foi dividido em 15 lotes (as capitanias) que foram entregues a pessoas com grande poder monetário. Sendo assim, imensa parte de terra foi distribuída para poucos provocando a grande desigualdade que hoje existe na Estrutura Fundiária Brasileira.
Já na Fazenda Santa Eliza, a realidade é outra, trata-se de uma propriedade de grande porte muito bem organizada, que utiliza suas terras para o cultivo das plantações de laranja e milho. Para a execução deste plantio, a fazenda possui maquinários agrícolas extremamente adequados às suas necessidades. A modernização está presente em todos os seus equipamentos e nas técnicas utilizadas na plantação (tratores, ceifadeiras, colheitadeiras, irrigadores, caminhões) e na qualidade de suas sementes e fertilizantes. Percebe-se que há pesquisa inclusive no uso de sementes transgênicas que têm como objetivo o aumento na qualidade e na quantidade da produção de alimentos, onde os próprios trabalhadores da fazenda não conseguem imaginar o futuro da propriedade sem os alimentos trangênicos.
Outro dado obtido em nossas pesquisas é que, com a falta de dinheiro, os produtores rurais tem que economizar na produção e na compra de material, então uma de suas técnicas é a transformação de resto de folhas, galhos em adubo, fazendo eles gastarem muito pouco. Na fazenda, as pessoas entrevistadas têm a idade entre vinte e cinquenta anos, com grau de escolaridade um pouco melhor do que no assentamento, sendo o mais baixo nível o ensino médio e o maior, a faculdade. O tempo de trabalho na lavoura desses agricultores é de oito horas ao dia.

....

CONCLUSÃO

A nossa hipótese era que com a chegada das máquinas, a vida dos trabalhadores mudariam completamente e isso se confirmou. Todos, exceto os que não tem acesso a esta tecnologia e modernização no campo, disseram que a máquina agiliza e promove uma qualidade e humanização do trabalho do homem na lavoura. Como não há um desgaste físico excessivo, a força da mão de obra é utilizada com técnica e sabedoria, gerando uma maior produção e consequentemente um lucro maior.
Percebe-se que no assentamento por nós visitado, não há quase acesso à modernização agrícola, o sistema de distribuição adotado pelo governo tem pouca chance de sucesso, pois sem incentivos financeiros e suportes técnicos, este assentamento não consegue ter competitividade no mercado e nem estrutura para engrenar a produção. Não basta ceder terras à homens despreparados que nunca conseguirão se integrar à política agrícola atual, que tem a maior concentração de terras no mundo e que estão no poder dos mais ricos proprietários dos latifúndios.
É uma competição desonesta, onde estes pequenos agricultores dificilmente conseguirão sobreviver com os recursos tirados de suas pequenas propriedades.
Outra questão, também levantada como hipótese é que o homem sai do campo pela falta de oportunidade de trabalho gerada pela substituição do trabalho humano pelas máquinas.
Como nada é perfeito, a modernização da agricultura tem seu lado bom e seu lado ruim. Com sua chegada, o avanço na produção foi gigante e assim elevando o lucro. Além disso, o desgaste do trabalho dos trabalhadores rurais foi reduzido, mas ainda é muito cansativo. Porém, apesar de melhorar a qualidade de vida de alguns agricultores, a mecanização no campo, tira a oportunidade de muitos. Além disso a educação no Brasil não é um ponto forte e para se trabalhar no campo, agora, em "propriedades modernas", é preciso um bom estudo ou curso técnico, coisa que grande parcela da população não tem acesso e oportunidade a essa educação .
Por fim, o que acontece no campo interfere, sim na cidade e vice-versa. Grande parte da produção é absorvida pela a indústria, que transforma os alimentos e coloca nos mercados para serem consumidos pela população que vive nas grandes cidades. O aumento deste consumo obriga o campo a produzir cada vez mais. Com isso, surge a necessidade de investimento em técnicas e maquinários agrícolas para aumentar a produção e nem todos os agricultores conseguem recursos financeiros para este investimento, o que acaba favorecendo o grande produtor (latifúndio), que sempre teve mais recursos do que os pequenos trabalhadores rurais.

TRABALHO DE UMA COLHEDEIRA
Manejo agrícola



MONSANTO: PROBLEMA DAS SEMENTES TRANSGÊNICAS
Depoimento de um Canadense prejudicado
pela patentização de sementes transgênicas
da empresa Monsanto.



Questionário Aplicado

Perfil do Entrevistado:

• Nome:

• Sexo: ( ) Masculino ( )
Feminino

• Idade: ( ) até 20
( ) 20 a 35
( ) 35 a 50
( ) à cima de 50

• Escolaridade: Ensino Fundamental 1 ( )
Ensino Fundamental 2 ( )
Ensino Médio ( )
Faculdade ( )
Curso Técnico ( )

Profissão:

• Onde Nasceu:

• Onde Mora:

• Tempo de trabalho diário:

Perguntas:

• Você sabe o que são alimentos transgênicos ou geneticamente modificados?

• Se sim, você consumiria esses alimentos? Você acha correto o cultivo desses alimentos? Por quê?

• Você trabalha em um local com muitas maquinas? Quais são suas funções?

• Essas maquinas alteraram sua rotina de trabalho? Se sim, muito ou pouco? Em que aspectos?

• Você utiliza algum agrotóxico nas plantações? Se sim, você compra de que empresa? As sementes que você compra, são dessa mesma empresa?

• Como você combate as pragas? É utilizado sementes transgênicas ou herbicidas?

• Quais as transformações que ocorreram não somente no seu local de trabalho, mas na sua moradia pela chegada da modernização?

• São utilizadas técnicas especiais de cultivo? Elas facilitam muito no seu trabalho?

• O quê faz o homem sair do campo para a cidade ou da cidade para o campo?